
Alice in Chains é uma banda estado-unidense formada em 1987 em Seattle, Washington[2] e que, ao lado de Nirvana, Soundgarden e Pearl Jam, constitui um dos principais representantes do movimento Grunge, nascido no início da década de 1990 na mesma cidade.[3][4] No entanto, apesar de pertencer ao movimento e de ser rotulada muitas vezes como "Grunge", o som da banda tem influência de bandas do heavy metal, glam rock e hard rock[5], ao invés do punk,[6] o que a tornou única no cenário da região na época.
É uma das bandas da cena Grunge de Seattle mais bem sucedidas comercialmente, tendo vendido aproximadamente 15 milhões de álbuns ao redor do mundo.[7] O grupo conseguiu se manter na ativa mesmo após o falecimento do vocalista original Layne Staley.[8]
Tudo começou no inverno de 1987, quando o guitarrista Jerry Cantrell foi a uma festa em Seattle[9] onde conheceu um homem de cabelo rosa claro que estava no centro de tudo; se tratava do vocalista Layne Staley. "Ele tinha um grande sorriso no rosto, e estava sentado ao lado de duas mulheres maravilhosas", lembra Cantrell. Cantrell não tinha um lugar para morar e foi acolhido por Staley, que o levou a sua residência: um estúdio de ensaios sujo e cheirando a urina, chamado Music Bank e localizado em um armazém, onde os dois passaram a viver.[10][2]
Logo, Jerry o convidou para cantar em sua banda de glam metal chamada Diamond Lie, já que Staley estava saindo de uma outra banda, chamada Alice'N Chains e havia cantado em outra chamada Sleze (em que um dos membros era Jim Sheppard, hoje na banda Nevermore e que na época saiu para formar a banda Sanctuary).[11]. Mike Starr, conhecido de Jerry, havia tocado em outras bandas do mesmo estilo, como Sato e Gypsy Rose, e logo aceitou tocar baixo na banda e ainda trouxe o baterista Sean Kinney, que namorava sua irmã[9]. Formando o embrião Diamond Lie, os concertos da banda nessa época consistiam em covers como "Suffragete City" de David Bowie, que de acordo com a imprensa local ganhavam "nova vida" quando eram tocados pelo Diamond Lie.[12]
Cantrell comentou a RIP Magazine quanto as motivações iniciais na formação da banda:
Era "Vamos formar uma banda, escrever umas canções, tocar em alguns clubes para conseguirmos cerveja e mulheres". Sério, era por aí. Nós fizemos isso por um ano e meio, só tocando, e então nós finalmente começamos a considerar, até onde nós queríamos ir musicalmente. Foi meio que algo natural, nada que tenha sido pensado. Foi somente algo que acontece quando você passa tempo com pessoas e começam a crescer juntos.[13]
— Jerry Cantrell - Fevereiro de 1993, em entrevista à RIP Magazine
No ano seguinte, a banda mudou seu nome tendo como inspiração Alice n' Chains, nome da antiga banda de Staley, tornando-se Alice in Chains[14] e passando a gravar demos com canções que mais tarde apareceriam nos álbuns oficiais da banda.[15] Ainda neste ano, ocorreu a mudança definitiva da banda uma vez que se distanciaram do glam rock, fazendo surgir assim as características que marcaram o Alice in Chains durante toda sua carreira: o peso dos instrumentos e as letras mórbidas e depressivas.
Tendo já notoriedade na cena local, apresentando-se em bares e pequenos clubes, em 1989, decidiram gravar seu próprio álbum independente e tentar distribuí-lo localmente[16], mas antes do álbum ser lançado, o grupo assinou com a Columbia Records[2]. Seu primeiro trabalho oficial foi o EP “We Die Young”, em Julho de 1990. A faixa-título se tornou um hit moderado em rádios americanas mais pesadas, apenas preparando caminho para o lançamento do álbum Facelift em agosto daquele mesmo ano.[14]
Facelift foi bem recebido pelo público e a banda começa turnê com Iggy Pop em novembro, apresentando as canções "Dirt" e "Rooster" ao público, que não dá a mínima. Em dezembro, o concerto lotado no Moore Theater, em Seattle, é gravado pelo diretor Josh Taft e lançado como Live Facelift, o primeiro lançamento em vídeo do grupo.[17]
Enquanto isso, o álbum produz o inesperado hit “Man in the Box”, tendo uma escalada de 26 semanas até o Top 20 e cujo vídeo recebeu grande exibição na MTV.[17] Tendo suporte de turnê com Extreme, Megadeth em algumas datas, depois com a turnê "Clash Of The Titans" (que contava com Slayer, Anthrax e Megadeth), e após, Van Halen[18], Facelift chegou a disco de ouro.[7]
Em 1991, a banda lançou um inesperado EP de composições semi-acústicas, Sap, gravado em dois dias[19] e intitulado devido a um sonho do baterista Sean Kinney no qual a banda chamava o novo álbum como Sap.[20] O álbum contava com as participações de Ann Wilson do Heart, se juntando a Staley e Cantrell no refrão de "Brother" e "Am I Inside", assim como Chris Cornell do Soundgarden e Mark Arm do Mudhoney, que apareceram na canção "Right Turn" (creditados no encarte como Alice Mudgarden).[21] Chris Cornell também contribuiu com vocais de apoio na faixa "Brother".[22]
É uma das bandas da cena Grunge de Seattle mais bem sucedidas comercialmente, tendo vendido aproximadamente 15 milhões de álbuns ao redor do mundo.[7] O grupo conseguiu se manter na ativa mesmo após o falecimento do vocalista original Layne Staley.[8]
Tudo começou no inverno de 1987, quando o guitarrista Jerry Cantrell foi a uma festa em Seattle[9] onde conheceu um homem de cabelo rosa claro que estava no centro de tudo; se tratava do vocalista Layne Staley. "Ele tinha um grande sorriso no rosto, e estava sentado ao lado de duas mulheres maravilhosas", lembra Cantrell. Cantrell não tinha um lugar para morar e foi acolhido por Staley, que o levou a sua residência: um estúdio de ensaios sujo e cheirando a urina, chamado Music Bank e localizado em um armazém, onde os dois passaram a viver.[10][2]
Logo, Jerry o convidou para cantar em sua banda de glam metal chamada Diamond Lie, já que Staley estava saindo de uma outra banda, chamada Alice'N Chains e havia cantado em outra chamada Sleze (em que um dos membros era Jim Sheppard, hoje na banda Nevermore e que na época saiu para formar a banda Sanctuary).[11]. Mike Starr, conhecido de Jerry, havia tocado em outras bandas do mesmo estilo, como Sato e Gypsy Rose, e logo aceitou tocar baixo na banda e ainda trouxe o baterista Sean Kinney, que namorava sua irmã[9]. Formando o embrião Diamond Lie, os concertos da banda nessa época consistiam em covers como "Suffragete City" de David Bowie, que de acordo com a imprensa local ganhavam "nova vida" quando eram tocados pelo Diamond Lie.[12]
Cantrell comentou a RIP Magazine quanto as motivações iniciais na formação da banda:
Era "Vamos formar uma banda, escrever umas canções, tocar em alguns clubes para conseguirmos cerveja e mulheres". Sério, era por aí. Nós fizemos isso por um ano e meio, só tocando, e então nós finalmente começamos a considerar, até onde nós queríamos ir musicalmente. Foi meio que algo natural, nada que tenha sido pensado. Foi somente algo que acontece quando você passa tempo com pessoas e começam a crescer juntos.[13]
— Jerry Cantrell - Fevereiro de 1993, em entrevista à RIP Magazine
No ano seguinte, a banda mudou seu nome tendo como inspiração Alice n' Chains, nome da antiga banda de Staley, tornando-se Alice in Chains[14] e passando a gravar demos com canções que mais tarde apareceriam nos álbuns oficiais da banda.[15] Ainda neste ano, ocorreu a mudança definitiva da banda uma vez que se distanciaram do glam rock, fazendo surgir assim as características que marcaram o Alice in Chains durante toda sua carreira: o peso dos instrumentos e as letras mórbidas e depressivas.
Tendo já notoriedade na cena local, apresentando-se em bares e pequenos clubes, em 1989, decidiram gravar seu próprio álbum independente e tentar distribuí-lo localmente[16], mas antes do álbum ser lançado, o grupo assinou com a Columbia Records[2]. Seu primeiro trabalho oficial foi o EP “We Die Young”, em Julho de 1990. A faixa-título se tornou um hit moderado em rádios americanas mais pesadas, apenas preparando caminho para o lançamento do álbum Facelift em agosto daquele mesmo ano.[14]
Facelift foi bem recebido pelo público e a banda começa turnê com Iggy Pop em novembro, apresentando as canções "Dirt" e "Rooster" ao público, que não dá a mínima. Em dezembro, o concerto lotado no Moore Theater, em Seattle, é gravado pelo diretor Josh Taft e lançado como Live Facelift, o primeiro lançamento em vídeo do grupo.[17]
Enquanto isso, o álbum produz o inesperado hit “Man in the Box”, tendo uma escalada de 26 semanas até o Top 20 e cujo vídeo recebeu grande exibição na MTV.[17] Tendo suporte de turnê com Extreme, Megadeth em algumas datas, depois com a turnê "Clash Of The Titans" (que contava com Slayer, Anthrax e Megadeth), e após, Van Halen[18], Facelift chegou a disco de ouro.[7]
Em 1991, a banda lançou um inesperado EP de composições semi-acústicas, Sap, gravado em dois dias[19] e intitulado devido a um sonho do baterista Sean Kinney no qual a banda chamava o novo álbum como Sap.[20] O álbum contava com as participações de Ann Wilson do Heart, se juntando a Staley e Cantrell no refrão de "Brother" e "Am I Inside", assim como Chris Cornell do Soundgarden e Mark Arm do Mudhoney, que apareceram na canção "Right Turn" (creditados no encarte como Alice Mudgarden).[21] Chris Cornell também contribuiu com vocais de apoio na faixa "Brother".[22]
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